


O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos–MG) apresentou o Projeto de Lei nº 3330/2025, que permite ao proprietário de veículo automotor renunciar formalmente à propriedade do bem em favor do Estado. A proposta inovadora permite que essa renúncia seja feita de forma digital, irreversível e sem burocracia, com devolução do veículo em locais designados pelo poder público estadual
Alívio de dívidas: o antigo proprietário fica livre de encargos futuros, como taxas de pátio e diárias de apreensão Senado Federal;
Desafogo de pátios: evita o acúmulo de veículos abandonados nos pátios, liberando espaço e reduzindo custos;
Eficiência para o Estado: possibilita destinação adequada dos veículos sem que se torne responsabilidade financeira do cidadão Senado Federal;
Desburocratização: processo simplificado, com renúncia digital, facilita a vida do cidadão.
Justiça social: evita que pessoas endividadas permaneçam presas a débitos de veículos que não desejam mais.
Transparência e modernização: uso de ferramentas digitais proporciona segurança e rastreabilidade no processo.
Eficiência governamental: o Estado poderá recolher e reutilizar os veículos de forma responsável, reduzindo desperdícios públicos.
O PL 3330/2025 foi autuado no dia 9 de julho de 2025, no Plenário do Senado, e aguarda despacho para início do processo de tramitação formal. Agora, a proposta segue para análise e discussão, com expectativa de ser incluída em pauta para votação.
“O PL 3330 traz justiça e modernidade ao sistema. Quem não quer mais um veículo não pode continuar pagando multas e taxas por ele. É um caminho justo, simples e digital para equilibrar interesses públicos e privados”, afirmou o senador.
Resgata famílias: elimina as dívidas inesperadas que muitos acumulam com veículos apreendidos;
Melhora a administração pública: libera espaço nos pátios e reduz custos com manutenção de frotas abandonadas;
Leva inovação ao trânsito: traz uma solução digital e acessível aos cidadãos.
Com o PL 3330/2025, Cleitinho apresenta uma proposta moderna, justa e alinhada ao espírito do século 21: simplificar e digitalizar processos que pesado sobre pessoas em vulnerabilidade. A proposta segue agora para as próximas etapas no Senado — e o senador segue mobilizando apoio para que seja logo transformada em lei.