


O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) voltou a se posicionar com firmeza em defesa da democracia e do equilíbrio entre os Poderes. Nesta semana, após a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedir a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro no caso das joias da Arábia Saudita, Cleitinho cobrou coerência do Senado Federal: se há responsabilização para um ex-presidente, é preciso também avaliar os abusos de autoridade cometidos por ministros do Supremo Tribunal Federal.
“Se o Bolsonaro está sendo acusado, o Alexandre de Moraes também tem que ser investigado. Tem que ter um equilíbrio. O que não dá é ver um Poder julgando e agindo como se estivesse acima da Constituição”, afirmou o senador.
A declaração foi feita durante entrevista no Senado e repercutiu fortemente nas redes sociais, especialmente entre os que defendem maior fiscalização sobre a atuação do Judiciário. Cleitinho reforçou que continuará defendendo a abertura do processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, por entender que há claros excessos em suas decisões e interferência indevida em outros Poderes.
“Moraes tem que ser afastado. Está fazendo o que quer com os outros Poderes”, afirmou.
Cleitinho também destacou que sua cobrança não é apenas política, mas sim uma defesa do Estado de Direito e das garantias constitucionais. Para o senador, o Judiciário precisa responder quando ultrapassa seus limites, assim como qualquer outro agente público.
Desde que assumiu o mandato, Cleitinho tem se destacado pela postura transparente, direta e em defesa da população. Seja cobrando redução de privilégios, seja fiscalizando a atuação de autoridades, o senador tem mantido sua coerência e independência — sem medo de contrariar interesses poderosos.
“O povo está vendo. Não adianta discurso bonito, o que vale é ter coragem para enfrentar o sistema quando ele está errado”, concluiu.