


O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos–MG) utilizou a tribuna do Senado nesta quarta-feira (9), para questionar a polarização política adotada pelo governo e reforçar a necessidade de reformar o funcionamento dos Três Poderes, com foco na unidade nacional.
Durante seu pronunciamento, Cleitinho ressaltou que o verdadeiro motor do país é o trabalho da população — não o Estado. Ele lembrou que empresários, empreendedores e trabalhadores são os responsáveis pela criação de riqueza, enquanto o Estado, na visão dele, apenas tributa esses cidadãos:
“O empreendedor, o empresário, o trabalhador… são vocês que produzem. O Estado não produz nada, pelo contrário, te taca imposto e, na maioria das vezes, ainda te rouba esse imposto.” Wikipédia+9Senado Federal+9Senado Federal+9
Para o senador, o discurso do “nós contra eles” serve apenas para dividir o povo, enquanto os reais responsáveis pelos problemas estão dentro do próprio sistema político:
“O problema do país não está na população, mas no Congresso Nacional e nos Três Poderes, que precisam dar um bom exemplo ao país.” Senado Federal+6Senado Federal+6Senado Federal+6
O senador também fez um alerta sobre o valor exorbitante destinado ao processo eleitoral de 2026, estimado em R$ 5 bilhões, que, na opinião dele, muitas vezes é desviados:
“No ano que vem tem a festa da democracia. E essa festa da democracia custa caro. São R$ 5 bilhões que tem para gastar com política no ano que vem. E, na maioria das vezes, há o desvio desse dinheiro.” Senado Federal
Por fim, Cleitinho concluiu que quem deve fazer os sacrifícios são os próprios políticos:
“É a própria classe política quem tem de cortar na própria carne, e não o povo… de tudo o que ele produz, 50% vêm para cá. Vocês são sócios, mas acabam não sendo patrões.” Wikipédia+9Senado Federal+9Senado Federal+9
Senador desde 2023, Cleitinho tem se destacado por sua postura combativa e defesa da transparência pública, com discurso voltado para a população. Ele frequentemente critica privilégios da classe política e atua em defesa de medidas que reforcem a fiscalização, a autonomia popular e o respeito entre os poderes